Antes de comprar um queijo certifique-se de que ele possui algum selo que comprove a fiscalização de qualidade por meio de órgãos especializados. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, são mais de 12 mil tipos de queijo registrados no Brasil por órgãos de inspeção higiênico-sanitária.
Qualquer produtor que possui algum destes selos pode ainda fazer um upgrade para os selos “Arte” e “Queijo Artesanal”. Eles garantem que o produto foi feito de forma totalmente artesanal e que possui propriedades únicas e diferenciadas a partir das receitas e processos que envolvem a fabricação.
Sabe aquele grande queijo redondo e amarelo que vem à nossa mente quando pensamos na palavra “queijo”? Este é o Canastra, um dos mais famosos ao redor do planeta. Reconhecido pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como patrimônio cultural imaterial brasileiro, o queijo Canastra também está entre os melhores do mundo.
A história de seu surgimento, há mais de dois séculos, perpassa por muitas versões. As principais delas dizem que nasceu em Portugal, mas o que sabemos é que há muitas décadas o Canastra já se tornou marca registrada em Minas Gerais.
Hoje são mais de 750 produtores de Queijo Canastra no Brasil, a receita é a mesma, o que muda é o tamanho e o toque especial de cada produtor. São 30 dias de cura para ganhar uma casca amarelada e firme com um sabor levemente ácido e marcante.
Puro, brasileiro e tradicional.
Atualmente apenas 7 municípios no mundo produzem o autêntico e original Queijo Canastra. São eles: Delfinópolis, Vargem Bonita, Piumhi, São Roque de Minas, Medeiros, Bambuí e Tapiraí. Todos localizados na Serra da Canastra, em Minas Gerais, berço histórico dessa produção.
Muitos se perguntam a razão pela qual o queijo só é produzido nesta região. E a resposta para essa pergunta começa no território onde os produtores estão localizados. Cientistas definem a região como “uma gigantesca caixa d’água”, isso porque abriga inúmeras nascentes e cachoeiras. A principal delas é a do rio São Francisco, o maior 100% brasileiro. Além da privilegiada vegetação entre Cerrado e Mata Atlântica.
Tudo isso se torna fundamental para a produção do queijo e interfere diretamente em sua qualidade final. O solo, o clima e a fauna bacteriana do local fazem com que nenhuma outra região do mundo esteja apta para uma produção tão primorosa e secular como a dos 750 produtores que por ali vivem.
O processo do Queijo Canastra é bem simples. Após comprá-lo, coloque-o sobre uma tábua de madeira bem limpa e seca. Caso não tenha, opte por um prato ou forma. Deixe assim em um local de boa ventilação e fresco.
O queijo deve ser virado uma vez ao dia e, se achar necessário, pode ser lavado em água corrente a cada três dias. Realizando este processo à risca, em três ou quatro semanas, terá um queijo mais dourado e com o interior macio. O sabor adocicado e levemente picante é inconfundível. Para prolongar as características atuais do seu queijo por mais tempo é recomendado manter ele bem embalado em um pote fechado ou com filme plástico na geladeira de preferência na gaveta de legumes onde a temperatura não é tão fria.
Além de ser delicioso puro, o queijo Canastra se torna um excelente acompanhamento de massas e risotos. Nesse caso, escolha opções que envolvam cogumelos funghi salteados na manteiga, a união dos três sabores é incomparável. Além de claro, não deixar de experimentar o nosso famoso Romeu e Julieta e o tradicional pão de queijo. Outra opção é derretê-lo junto a um molho bechamel. Excelente escolha para um almoço ou um jantar para fugir do comum.
Feta é um queijo originalmente grego. As primeiras produções das quais se tem registro datam do século VIII A.C e por vezes a história de seu surgimento se funde com a da própria Grécia. “Feta” significa “pedaço” ou “fatia” e graças a imigração em massa no século XX o queijo se tornou um clássico. Hoje é considerado um dos mais famosos do mundo. Em 2002, a União Europeia concedeu à Grécia o direito exclusivo de produzir e comercializar o Feta, tornando-o um produto protegido pela lei de indicações geográficas.
Tradição é, sem dúvida, a palavra que vem à mente quando falamos do queijo Feta. Mas afinal, o que o torna único? Tradicionalmente quebradiço, a textura macia que se dissolve facilmente ao toque e de sabor salgado, é insubstituível em muitos pratos de culinária mediterrânea como moussaka, um tipo de lasanha grega. Além disso, se comparado a outros tipos de queijo, possui menos gordura e sódio. Uma opção mais saudável para quem busca apreciar um bom queijo sem exagerar nas calorias.
Séculos depois de seu surgimento, existem diversos tipos de queijo Feta. Mas o grego segue sendo o mais conhecido, feito a partir de leite de ovelha. Diferente, por exemplo, do tipo francês que tem como base o leite de cabra com um sabor mais suave e menos salgado. Ainda na lista das opções mais conhecidas, podemos citar o Feta búlgaro, produzido a partir do leite de vaca com uma textura mais firme se comparado aos outros.
No Brasil são diversas regiões produtoras do queijo Feta, mas talvez uma das mais conhecidas é a região da Serra das Antas em Minas Gerais. Hoje, a Serra das Antas conta com mais de 50 colaboradores e uma estrutura que é considerada uma das melhores do Brasil para a produção de queijos artesanais.
Antes de tudo, quando falamos de um queijo que é produzido em muitos lugares do mundo, é fundamental selecionar bem a procedência e garantir um produto de alta qualidade. Dito isso, armazene-o em um recipiente hermético e mantenha refrigerado. O ideal é que fique entre 2 e 4ºC para evitar o proliferamento de bactérias. Caso seja um pedaço grande, é recomendado mantê-lo submerso em uma solução salgada, a fim de preservar seu frescor por mais tempo. Por fim, vale lembrar que diferente de queijos mais duros, a vida útil de queijos tipo feta tendem a ser menores. O ideal é consumi-lo em até uma semana após a compra
Por ser um queijo fresco, é uma ótima escolha em dias quentes de verão. Acrescente em saladas de folhas, sirva junto com frutas como melão, figo e uva. Derretido também pode ser delicioso com risotos e como cobertura de carnes e vegetais. Para beber, opte por rótulos igualmente refrescantes como brancos.
Um queijo que em qualquer mesa em que for cortado, irá chamar a atenção. Isso por conta de sua exuberante beleza e olhaduras, aqueles furinhos típicos de queijo, grandes e bem demarcadas. O queijo Figueira também chama atenção por sua forte cor alaranjada. Isso acontece devido ao corante natural de urucum utilizado em sua produção. Já foi premiado com medalha de ouro no II Prêmio Queijo Brasil.
Quem vê sem provar imagina um sabor forte e salgado, mas na verdade se surpreende com um leve adocicado e textura super cremosa. É inclusive um queijo comumente usado em ponto de derretimento.
Produzido pela fazenda Atalaia, uma das mais premiadas do Brasil. Localizada a 140km da Capital de São Paulo, em Amparo, a fazenda Atalaia tem mais de 140 anos de história. A produção de queijo, hoje a principal ocupação da fazenda, iniciou de modo informal há mais de 20 anos e foi responsável por colocar São Paulo de volta no roteiro de melhores queijos do país.
O interior paulista como um todo se desenvolveu e hoje a região se destaca por seguir a tradição à risca, reproduzindo produções seculares sem deixar de lado a inovação. Ao todo são mais de 100 tipos de queijos produzidos por lá. Com essa variedade o interior paulista deve ser considerado como um dos territórios brasileiros mais representativos na variedade de produtos artesanais.
Para a conservação do Figueira o ideal é mantê-lo sob refrigeração constante, mas sempre muito bem embalado. A dica é usar plástico filme a fim de isolar o queijo ao máximo do ar, isso fará com que sua durabilidade aumente. Deixar fora da geladeira pode até ser uma opção, mas lembre-se que o contato com o ar tende a fazer com que a peça dure por menos tempo.
Por ser um queijo de fácil derretimento, é uma ótima escolha para compor sanduíches, pizzas, hambúrgueres e até a releitura de um clássico queijo quente. Harmoniza bem com cervejas fortes tipo IPA. Ideal para jantar.
De origem francesa, o Camembert é um famoso queijo de leite de vaca da região da Normandia. Mas com o tempo sua produção foi reformulada e atualmente é produzido com leite pasteurizado em pequenas formas redondas de aproximadamente 8cm. Exportado pelo mundo desde 1880, atualmente conta com produção inspecionada pela Denominação de Origem Controlada (AOC) que assegura a qualidade e autenticidade do queijo.
Reconhecido por ser um queijo mole de textura macia e extremamente cremoso que derrete em boca, conta com uma coloração amarelo palha e tende a ser muito aromático, com um inconfundível sabor suave e amanteigado. Ainda no processo de fabricação, desenvolve uma crosta branca e macia com o crescimento do fungo penicillium candidum, essencial para contribuir com uma experiência sensorial única
O processo de fabricação do Camembert envolve a coagulação do leite, a moldagem em pequenas formas redondas e a maturação em condições controladas. Todo esse processo pode variar entre algumas semanas e meses. E, ainda que hoje seja produzido em várias regiões do mundo, se perpetua como ícone da culinária francesa sem abandonar o legado conquistado no paladar global.
No interior de São Paulo a produção do tipo Camembert, em especial feita a partir do leite de ovelha, se destaca com o queijo Avecuia. A historia da queijaria Rima, em Porto Feliz – SP, começa com a chegada do primeiro filho de Maria Clara e Ricardo, que passaram a questionar sobre a vida que levavam na cidade grande. Em 2016, com vontade de viver do campo, com mais contato com a natureza, e de produzir alimentos de forma consciente e sustentável, tiveram a ideia de produzir queijos de ovelha. De lá para cá foi sucesso. Referência em qualidade e processos artesanais, a Rima é uma das melhores opções para adquirir o seu queijo.
Para manter o Camembert bem conservado é preciso alguns cuidados como mantê-lo bem refrigerado entre 4ºC e 8ºC a ideia é que seja em um local de temperatura estável e que não seja muito frio, para não afetar a textura e sabor do queijo. Além disso, é fundamental preservá-lo em sua embalagem original pois a mesma ajuda a manter a umidade, por isso também deve sempre ser muito bem fechada.
Não deixe que o queijo entre em contato com outros alimentos pois o mesmo absorve facilmente outros odores e sabores que, por vezes, podem ser indesejados. Por isso, também não o armazene junto com outros tipos de queijo. Por fim, vale sempre se atentar a validade e data de fabricação, pois se trata de um queijo com vida útil limitada e de consumo rápido.
Uma ótima forma de consumir o Camembert é assado com frutas vermelhas ou figo. Também combina com saladas, em especial com nozes e uvas. Acompanha bem pães, torradas e petiscos crocantes por sua textura cremosa. Ideal para cafés da manhã e brunch.
Parecido com a tradicional burrata, é feito a partir do leite de búfala que traz inúmeros benefícios para a saúde além de ser uma opção ao tradicional leite de vaca. Um queijo super fresco e suave com recheio extremamente cremoso. O consumo pode ajudar a reduzir riscos de hipertensão, fortalecer os ossos, ajudar na circulação do sangue, além de ser rico em proteínas e vitaminas.
Mas antes de se tornar referência em cremosidade, tudo começou em 2002, quando o queijeiro Pedro Paulo Delgado começou a se dedicar na produção de mozzarella fresca em formato de bolas. Esse foi o início do que hoje conhecemos como Queijo Crema de Búfala.
O sucesso foi imediato e superou as expectativas do queijeiro que ao longo dos anos tem aprimorado cada vez mais e ampliado seu catálogo de opções com leite de búfala, sempre inspirado na famosa burrata italiana.
Produzido originalmente pela Fazenda Santa Helena no interior de São Paulo. A história com as “meninas”, como o próprio queijeiro Pedro Paulo Delgado chama o seu rebanho de búfalas, começou em 1998 com a venda de leite para um laticínio na região do Vale do Ribeira. Hoje a marca também oferece várias versões curadas, as primeiras da categoria no Brasil.
Assim como outros tipos de queijo, o Crema de Búfala é fresco, portanto deve ser armazenado constantemente na geladeira. Coloque-o em um pote hermético e garanta a extração máxima do ar dentro do recipiente. Consuma em até 5 dias após aberto e lembre-se sempre de retirar o soro acumulado antes de consumir ou sempre que guardar. A liberação de soro ocorre por se tratar de um queijo com alto teor de umidade.
Além de ser delicioso puro, o queijo Canastra se torna um excelente acompanhamento de massas e risotos. Nesse caso, escolha opções que envolvam cogumelos funghi salteados na manteiga, a união dos três sabores é incomparável. Além de claro, não deixar de experimentar o nosso famoso Romeu e Julieta e o tradicional pão de queijo. Outra opção é derretê-lo junto a um molho bechamel. Excelente escolha para um almoço ou um jantar para fugir do comum.
Parecido com a tradicional burrata, é feito a partir do leite de búfala que traz inúmeros benefícios para a saúde além de ser uma opção ao tradicional leite de vaca. Um queijo super fresco e suave com recheio extremamente cremoso. O consumo pode ajudar a reduzir riscos de hipertensão, fortalecer os ossos, ajudar na circulação do sangue, além de ser rico em proteínas e vitaminas.
Mas antes de se tornar referência em cremosidade, tudo começou em 2002, quando o queijeiro Pedro Paulo Delgado começou a se dedicar na produção de mozzarella fresca em formato de bolas. Esse foi o início do que hoje conhecemos como Queijo Crema de Búfala.
O sucesso foi imediato e superou as expectativas do queijeiro que ao longo dos anos tem aprimorado cada vez mais e ampliado seu catálogo de opções com leite de búfala, sempre inspirado na famosa burrata italiana.
Produzido originalmente pela Fazenda Santa Helena no interior de São Paulo. A história com as “meninas”, como o próprio queijeiro Pedro Paulo Delgado chama o seu rebanho de búfalas, começou em 1998 com a venda de leite para um laticínio na região do Vale do Ribeira. Hoje a marca também oferece várias versões curadas, as primeiras da categoria no Brasil.
Assim como outros tipos de queijo, o Crema de Búfala é fresco, portanto deve ser armazenado constantemente na geladeira. Coloque-o em um pote hermético e garanta a extração máxima do ar dentro do recipiente. Consuma em até 5 dias após aberto e lembre-se sempre de retirar o soro acumulado antes de consumir ou sempre que guardar. A liberação de soro ocorre por se tratar de um queijo com alto teor de umidade.
Além de ser delicioso puro, o queijo Canastra se torna um excelente acompanhamento de massas e risotos. Nesse caso, escolha opções que envolvam cogumelos funghi salteados na manteiga, a união dos três sabores é incomparável. Além de claro, não deixar de experimentar o nosso famoso Romeu e Julieta e o tradicional pão de queijo. Outra opção é derretê-lo junto a um molho bechamel. Excelente escolha para um almoço ou um jantar para fugir do comum.
De origem francesa, o Camembert é um famoso queijo de leite de vaca da região da Normandia. Mas com o tempo sua produção foi reformulada e atualmente é produzido com leite pasteurizado em pequenas formas redondas de aproximadamente 8cm. Exportado pelo mundo desde 1880, atualmente conta com produção inspecionada pela Denominação de Origem Controlada (AOC) que assegura a qualidade e autenticidade do queijo.
Reconhecido por ser um queijo mole de textura macia e extremamente cremoso que derrete em boca, conta com uma coloração amarelo palha e tende a ser muito aromático, com um inconfundível sabor suave e amanteigado. Ainda no processo de fabricação, desenvolve uma crosta branca e macia com o crescimento do fungo penicillium candidum, essencial para contribuir com uma experiência sensorial única
O processo de fabricação do Camembert envolve a coagulação do leite, a moldagem em pequenas formas redondas e a maturação em condições controladas. Todo esse processo pode variar entre algumas semanas e meses. E, ainda que hoje seja produzido em várias regiões do mundo, se perpetua como ícone da culinária francesa sem abandonar o legado conquistado no paladar global.
No interior de São Paulo a produção do tipo Camembert, em especial feita a partir do leite de ovelha, se destaca com o queijo Avecuia. A historia da queijaria Rima, em Porto Feliz – SP, começa com a chegada do primeiro filho de Maria Clara e Ricardo, que passaram a questionar sobre a vida que levavam na cidade grande. Em 2016, com vontade de viver do campo, com mais contato com a natureza, e de produzir alimentos de forma consciente e sustentável, tiveram a ideia de produzir queijos de ovelha. De lá para cá foi sucesso. Referência em qualidade e processos artesanais, a Rima é uma das melhores opções para adquirir o seu queijo.
Para manter o Camembert bem conservado é preciso alguns cuidados como mantê-lo bem refrigerado entre 4ºC e 8ºC a ideia é que seja em um local de temperatura estável e que não seja muito frio, para não afetar a textura e sabor do queijo. Além disso, é fundamental preservá-lo em sua embalagem original pois a mesma ajuda a manter a umidade, por isso também deve sempre ser muito bem fechada.
Não deixe que o queijo entre em contato com outros alimentos pois o mesmo absorve facilmente outros odores e sabores que, por vezes, podem ser indesejados. Por isso, também não o armazene junto com outros tipos de queijo. Por fim, vale sempre se atentar a validade e data de fabricação, pois se trata de um queijo com vida útil limitada e de consumo rápido.
Uma ótima forma de consumir o Camembert é assado com frutas vermelhas ou figo. Também combina com saladas, em especial com nozes e uvas. Acompanha bem pães, torradas e petiscos crocantes por sua textura cremosa. Ideal para cafés da manhã e brunch.
Um queijo que em qualquer mesa em que for cortado, irá chamar a atenção. Isso por conta de sua exuberante beleza e olhaduras, aqueles furinhos típicos de queijo, grandes e bem demarcadas. O queijo Figueira também chama atenção por sua forte cor alaranjada. Isso acontece devido ao corante natural de urucum utilizado em sua produção. Já foi premiado com medalha de ouro no II Prêmio Queijo Brasil.
Quem vê sem provar imagina um sabor forte e salgado, mas na verdade se surpreende com um leve adocicado e textura super cremosa. É inclusive um queijo comumente usado em ponto de derretimento.
Produzido pela fazenda Atalaia, uma das mais premiadas do Brasil. Localizada a 140km da Capital de São Paulo, em Amparo, a fazenda Atalaia tem mais de 140 anos de história. A produção de queijo, hoje a principal ocupação da fazenda, iniciou de modo informal há mais de 20 anos e foi responsável por colocar São Paulo de volta no roteiro de melhores queijos do país.
O interior paulista como um todo se desenvolveu e hoje a região se destaca por seguir a tradição à risca, reproduzindo produções seculares sem deixar de lado a inovação. Ao todo são mais de 100 tipos de queijos produzidos por lá. Com essa variedade o interior paulista deve ser considerado como um dos territórios brasileiros mais representativos na variedade de produtos artesanais.
Para a conservação do Figueira o ideal é mantê-lo sob refrigeração constante, mas sempre muito bem embalado. A dica é usar plástico filme a fim de isolar o queijo ao máximo do ar, isso fará com que sua durabilidade aumente. Deixar fora da geladeira pode até ser uma opção, mas lembre-se que o contato com o ar tende a fazer com que a peça dure por menos tempo.
Por ser um queijo de fácil derretimento, é uma ótima escolha para compor sanduíches, pizzas, hambúrgueres e até a releitura de um clássico queijo quente. Harmoniza bem com cervejas fortes tipo IPA. Ideal para jantar.
Feta é um queijo originalmente grego. As primeiras produções das quais se tem registro datam do século VIII A.C e por vezes a história de seu surgimento se funde com a da própria Grécia. “Feta” significa “pedaço” ou “fatia” e graças a imigração em massa no século XX o queijo se tornou um clássico. Hoje é considerado um dos mais famosos do mundo. Em 2002, a União Europeia concedeu à Grécia o direito exclusivo de produzir e comercializar o Feta, tornando-o um produto protegido pela lei de indicações geográficas.
Tradição é, sem dúvida, a palavra que vem à mente quando falamos do queijo Feta. Mas afinal, o que o torna único? Tradicionalmente quebradiço, a textura macia que se dissolve facilmente ao toque e de sabor salgado, é insubstituível em muitos pratos de culinária mediterrânea como moussaka, um tipo de lasanha grega. Além disso, se comparado a outros tipos de queijo, possui menos gordura e sódio. Uma opção mais saudável para quem busca apreciar um bom queijo sem exagerar nas calorias.
Séculos depois de seu surgimento, existem diversos tipos de queijo Feta. Mas o grego segue sendo o mais conhecido, feito a partir de leite de ovelha. Diferente, por exemplo, do tipo francês que tem como base o leite de cabra com um sabor mais suave e menos salgado. Ainda na lista das opções mais conhecidas, podemos citar o Feta búlgaro, produzido a partir do leite de vaca com uma textura mais firme se comparado aos outros.
No Brasil são diversas regiões produtoras do queijo Feta, mas talvez uma das mais conhecidas é a região da Serra das Antas em Minas Gerais. Hoje, a Serra das Antas conta com mais de 50 colaboradores e uma estrutura que é considerada uma das melhores do Brasil para a produção de queijos artesanais.
Antes de tudo, quando falamos de um queijo que é produzido em muitos lugares do mundo, é fundamental selecionar bem a procedência e garantir um produto de alta qualidade. Dito isso, armazene-o em um recipiente hermético e mantenha refrigerado. O ideal é que fique entre 2 e 4ºC para evitar o proliferamento de bactérias. Caso seja um pedaço grande, é recomendado mantê-lo submerso em uma solução salgada, a fim de preservar seu frescor por mais tempo. Por fim, vale lembrar que diferente de queijos mais duros, a vida útil de queijos tipo feta tendem a ser menores. O ideal é consumi-lo em até uma semana após a compra
Por ser um queijo fresco, é uma ótima escolha em dias quentes de verão. Acrescente em saladas de folhas, sirva junto com frutas como melão, figo e uva. Derretido também pode ser delicioso com risotos e como cobertura de carnes e vegetais. Para beber, opte por rótulos igualmente refrescantes como brancos.
Sabe aquele grande queijo redondo e amarelo que vem à nossa mente quando pensamos na palavra “queijo”? Este é o Canastra, um dos mais famosos ao redor do planeta. Reconhecido pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como patrimônio cultural imaterial brasileiro, o queijo Canastra também está entre os melhores do mundo.
A história de seu surgimento, há mais de dois séculos, perpassa por muitas versões. As principais delas dizem que nasceu em Portugal, mas o que sabemos é que há muitas décadas o Canastra já se tornou marca registrada em Minas Gerais.
Hoje são mais de 750 produtores de Queijo Canastra no Brasil, a receita é a mesma, o que muda é o tamanho e o toque especial de cada produtor. São 30 dias de cura para ganhar uma casca amarelada e firme com um sabor levemente ácido e marcante.
Puro, brasileiro e tradicional.
Atualmente apenas 7 municípios no mundo produzem o autêntico e original Queijo Canastra. São eles: Delfinópolis, Vargem Bonita, Piumhi, São Roque de Minas, Medeiros, Bambuí e Tapiraí. Todos localizados na Serra da Canastra, em Minas Gerais, berço histórico dessa produção.
Muitos se perguntam a razão pela qual o queijo só é produzido nesta região. E a resposta para essa pergunta começa no território onde os produtores estão localizados. Cientistas definem a região como “uma gigantesca caixa d’água”, isso porque abriga inúmeras nascentes e cachoeiras. A principal delas é a do rio São Francisco, o maior 100% brasileiro. Além da privilegiada vegetação entre Cerrado e Mata Atlântica.
Tudo isso se torna fundamental para a produção do queijo e interfere diretamente em sua qualidade final. O solo, o clima e a fauna bacteriana do local fazem com que nenhuma outra região do mundo esteja apta para uma produção tão primorosa e secular como a dos 750 produtores que por ali vivem.
O processo do Queijo Canastra é bem simples. Após comprá-lo, coloque-o sobre uma tábua de madeira bem limpa e seca. Caso não tenha, opte por um prato ou forma. Deixe assim em um local de boa ventilação e fresco.
O queijo deve ser virado uma vez ao dia e, se achar necessário, pode ser lavado em água corrente a cada três dias. Realizando este processo à risca, em três ou quatro semanas, terá um queijo mais dourado e com o interior macio. O sabor adocicado e levemente picante é inconfundível. Para prolongar as características atuais do seu queijo por mais tempo é recomendado manter ele bem embalado em um pote fechado ou com filme plástico na geladeira de preferência na gaveta de legumes onde a temperatura não é tão fria.
Além de ser delicioso puro, o queijo Canastra se torna um excelente acompanhamento de massas e risotos. Nesse caso, escolha opções que envolvam cogumelos funghi salteados na manteiga, a união dos três sabores é incomparável. Além de claro, não deixar de experimentar o nosso famoso Romeu e Julieta e o tradicional pão de queijo. Outra opção é derretê-lo junto a um molho bechamel. Excelente escolha para um almoço ou um jantar para fugir do comum.